Quero te encontrar Além da Vida...
domingo, 8 de setembro de 2013
sexta-feira, 6 de setembro de 2013
quinta-feira, 5 de setembro de 2013
Memorial - "quando pensamos ter todas as respostas, a vida vem e muda as perguntas..."
(Felizmente!)
2005 surge e traz novas expectativas. Fui aprovada no Concurso para Professor I - Matemática, mas não fui escolher a vaga, porque na época o Estado não incorporava as vantagens (triênios, quinquênios) e eu perderia muito dinheiro. Não poderia recomeçar do zero nessa altura da vida... (Hoje isso mudou, mas agora não quero fazer outro concurso. Ficarei como Professor II . Já sou D8!)
Uma nova turma de Pós-Graduação foi implantada e eu continuei na tutoria: Gestão Escolar.
A partir do resultado do Provão Municipal promovido pela Secretaria Municipal de Educação no ano de 2004, elaborei um programa de formação continuada a ser implementado em 2005 e, com aprovação da secretária, iniciei o Ciclo de Estudos do Professor de Matemática, com encontros quinzenais, cujo tema central no Ano I foi "A resolução de problemas em questão". Esse Ciclo durou até 2011 e rendeu muitos frutos, que aos poucos serão mencionados neste memorial.
Ainda em 2005 tive a oportunidade de fazer contatos com o SESI/SENAI/FIRJAN de Itaperuna e trabalhei em diversos cursos técnicos promovidos por esta entidade no município de Santo Antônio de Pádua.
quarta-feira, 4 de setembro de 2013
terça-feira, 3 de setembro de 2013
Blog de roupa nova
Não, não mudei o layout do blog porque entrou setembro e a boa nova vai andar nos campos...
Também não foi porque cansei de olhar todos os dias para a mesma imagem. Gosto de mudanças, mas convivo muito bem com a rotina, as regularidades... Elas nos dão segurança.
Não sou de me cansar facilmente das coisas, sou persistente até!
Mudei e tem uma lógica pessoal.
A foto da qual me despeço é do meu livro de memórias anterior.
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| Em despedida... |
A capinha vermelha vai acompanhando os novos cadernos, mas optei por não colocá-la na foto. Quis privilegiar outros objetos que convivo diariamente: meu notebook (ah, ganharei um tablet educacional, amarelo, lindo, porque adoro a cor), a calculadora, meu livro de mensagens de cabeceira, meu poeta preferido e, claro, meu novo livro de memórias. É o segundo deste ano.
Acabou? Imagine! Para uma mente cartesiana, os detalhes fazem todo sentido... Repararam no pano de fundo? Trata-se de um lindo lençol adquirido recentemente. Devo confessar: tenho um fraco por roupa de cama nova, linda, 100% algodão, quanto mais fios melhor. Fico zapeando na internet e já descobri vários sites, que me levam a marcas, que me levam a outros sites... Estou quase virando uma consultora.
Divulguei um site entre colegas de trabalho e quatro já fizeram suas compras on line. Uma fez questão de levar os 300 fios para que pudéssemos comprovar in loco a qualidade. Leio toda a ficha técnica do produto, sua origem, se o fio é penteado (não dá bolinhas), se tem tratamento ultra soft (maciez extra), intensidade do brilho, se o algodão é paquistanês, egípcio, enfim... banalidades para alguns. Para mim há de ter algum processo subjetivo, inconsciente, não sei. Só sei que sempre que dá, estou comprando uma novidade no gênero. Às vezes para uma data especial: Natal, aniversário, Dia das Mães; até Páscoa já serviu de motivo. Por fim, compro sem motivo mesmo. Simplesmente porque gostei.
Não, não sou compulsiva; é um ponto fraco. Quero trabalhar o desapego, mas por enquanto não sei abrir mão desse jouissance.
Não, não sou compulsiva; é um ponto fraco. Quero trabalhar o desapego, mas por enquanto não sei abrir mão desse jouissance.
segunda-feira, 2 de setembro de 2013
Memorial - São os frutos que chegam a outras paragens...
Fiquei na direção da Creche até outubro de 2002, quando surgiu um novo convite: atuar como tutora de Pós-Graduação.
Nesse mesmo período participei de um processo seletivo para trabalhar no Instituto Superior de Educação de Santo Antônio de Pádua - motivo pelo qual fiz este memorial - e em maio de 2002 fui contratada para trabalhar como docente nas disciplinas Métodos e Técnicas de Matemática na Educação Infantil e no Ensino Fundamental e Estrutura da Creche e da Pré-Escola. Trabalhei até 31 de dezembro de 2004.
De 2002 para cá muita coisa aconteceu: fiz Pós-Graduação em Docência Superior na Fundação São José, em Itaperuna; participei de jornadas e cursos de atualização em diversas localidades, participei de um curso de Educação Fiscal; fiz uma outra Pós-Graduação, em Educação Infantil.
Em 2004 trabalhei com tutoria de Psicopedagogia e Educação Inclusiva, o que me ajudou muito a alargar meus conhecimentos na Educação.
Com formação em Ciências Exatas, tenho uma tendência em querer explicações lógicas para tudo. Esse outro lado, mais pedagógico, me proporcionou um equilíbrio nas minhas observações. Ainda em 2004 participei do Ciclo de Estudos da Fundação Darcy Ribeiro, promovido pela rede estadual. A carga horária foi bem extensa e tive a oportunidade de estudar sobre a interdisciplinaridade.
A educação é um processo muito dinâmico, não há receitas, somente reflexões, que nos ajudarão a trilhar os caminhos que escolhemos. Atuando no Ensino Médio de escola pública, com um público bem diferente de quando ingressei no magistério, tenho muitas angústias, mas uma lição já aprendi: não adianta querer respostas prontas...
domingo, 1 de setembro de 2013
Centésimo Post
Hoje escrevo meu post de nº 100.
Penso que devo escrever algo especial. Queria usar as palavras certas para falar da estrada de Damasco de cada um de nós. Sim, porque creio que todos nós temos o nosso encontro na estrada de Damasco. É aquele exato instante em que tudo muda e uma fé penetra em nosso íntimo e nos tira a paz. Quando se vive esse momento, consegue-se entender perfeitamente as palavras de Jesus: "não vim trazer a paz, mas a espada".
Parece contraditório? Se tomarmos ao pé da letra, sim. Acontece que quando somos penetrados pela força da fé, não conseguimos mais ter essa paz que o mundo conhece: a paz do conforto material, a mesa farta, a cama macia, o carro na garagem... Porque uma voz nos lembra que mais adiante alguém está com fome, outros dormem ao relento, muitos vagueiam sem saber para onde estão seguindo.
Acontece que ainda não estou pronta para escrever sobre isso. Não tenho as palavras porque não tenho as ações. Minhas ações são tão parcas que posso defini-las como embrionárias. Um anjo me disse: faça a sua parte. Não pense tanto no que poderia ser ou no que já aconteceu. Concentre-se no que você pode fazer hoje! Um passo de cada vez. Não trata-se de imprevidência, mas de não desperdiçar tempo com angústias desnecessárias. A alma que aprendeu a dobrar-se diante do Pai, nunca está desamparada no caminho. Seu magnetismo cria um raio de ação que atrai os afins, mobiliza, constrói, traz a paz...
Eis o que tenho para o meu centésimo post!
Parece contraditório? Se tomarmos ao pé da letra, sim. Acontece que quando somos penetrados pela força da fé, não conseguimos mais ter essa paz que o mundo conhece: a paz do conforto material, a mesa farta, a cama macia, o carro na garagem... Porque uma voz nos lembra que mais adiante alguém está com fome, outros dormem ao relento, muitos vagueiam sem saber para onde estão seguindo.
Eis o que tenho para o meu centésimo post!
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