terça-feira, 17 de setembro de 2013

Resenha de “O Código Da Vinci”
Robert Langdon, um professor da Universidade americana de Harvard, é chamado pela Polícia Judiciária Francesa para desvendar a morte de Jacques Sauniére, curador do museu do Louvre, em Paris. A partir daí, sua vida se transforma em uma grande e perigosa aventura. Conhece Sophie Neveu, neta de Sauniére, e esta lhe informa que ele está sendo considerado o principal suspeito do crime. Os dois se unem para descobrir o verdadeiro assassino, e enquanto tentam fugir da polícia, descobrem pistas deixadas pelo curador nas obras de Leonardo Da Vinci. Além de fugirem da polícia, encaram um monge masoquista que é seguidor do Opus Dei e foi enviado para matá-los.
Sem opção de fuga, eles recorrem a um antigo amigo de Langdon, amante da história da arte – Sir Leigh Teabing – para ajudá-los a fugir. Enquanto estão na casa de Teabing, ele revela para Neveu um dos maiores segredos da humanidade: o casamento de Jesus com Maria Madalena, tema polêmico para a Igreja Católica. O historiador identificou em alguns quadros de Da Vinci pistas que o pintor teria deixado em suas obras para comprovar essa teoria.
Quando chegam cada vez mais perto do segredo, encaram a morte de frente e percebem que o inimigo está mais próximo do que imaginavam. Em meio a tudo isso, o passado de Neveu é revelado de forma surpreendente.
A leitura de O Código Da Vinci envolve não só pela polêmica que produz, mas pelo espírito de aventura, mistério e ação que estão presentes na história. Vale à pena conferir.

Nome: Marina Cretton Carvalho
Idade: 13 anos - 2009
Escola Municipal Viva
8º ano - Santo Antônio de Pádua – RJ

sábado, 14 de setembro de 2013

OBMEP - Olimpíada Brasileira de Matemática para as Escolas Públicas


RESGATE HISTÓRICO DE SANTO ANTÔNIO DE PÁDUA
2005 - 2012

MEDALHAS: 16

MENÇÃO HONROSA: 186

1ª MEDALHA DE OURO DA REGIÃO NORTE/NOROESTE FLUMINENSE
DANIEL CRETTON CARVALHO - 2010

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Ganhei meu dia...

Hoje é aniversário da minha vizinha, amiga de muitos anos, mas antes das 7 horas ela é que me dava um presente. 
Explico-me. Tenho um radar natural para atrair situações problemáticas - talvez pela minha habilidade em resolvê-las - e o fato é que nas últimas semanas percebi um cachorrinho preto, pequeno, vagando pela rua todas as manhãs. O estado físico do bichinho está deplorável, quase todo o pelo comprometido por feridas e sarnas. Procurei saber quem era seu dono e tratei de providenciar sabonete, loção e algodão para oferecer um lenitivo. Neste ínterim, providenciei com o veterinário uma injeção e deixei preparada para uma ocasião oportuna. É aí que minha vizinha entra na história. Não sei aplicar injeção, coisa que ela faz com extrema naturalidade. Eu havia comentado com ela sobre o cãozinho e, prontamente, ela dispôs-se a ajudar. Acontece que seria necessário uma convergência de fatores: eu trabalho às 7 horas todos os dias; ela trabalha às 8 horas, portanto acorda um pouco mais tarde; o cãozinho só fica na rua pela manhã, depois sobe o morro e só desce no dia seguinte. Hoje, tudo deu certo. O bichinho estava encolhido no muro da casa da minha amiga. Ela trouxe pomada, eu ofereci ração e por estar muito faminto nem percebeu quando foi medicado.
Ganhei meu dia! Ganhei a semana! Motivo para agradecer e ser feliz...
Amanhã saberemos como ele reagiu. Por ora quero desejar a ela muitas alegrias pelo aniversário. Que receba muitas bênçãos e seja um canal a espargi-las. O presente? Comprarei amanhã. 

quarta-feira, 11 de setembro de 2013