quinta-feira, 6 de março de 2014

Momentos tolos

Estrada de ferro de Barbacena - MG
(...) O azul que acalma
O verde dos tons naturais
O cinza dos serenos matinais
E o marrom, que para mim
É essa estrada sem fim
Da vida, comprida, aflita
Para subir novo monte
E desvendar outro horizonte
E indo mais além
Perceber que alguém ficou a esperar
Para ser feliz...
É acreditar que tudo é viável
Até a conquista do inconquistável
E também a paz perdida
Na lida.

(Fragmento de Momentos Tolos - 20/03/1994)

domingo, 2 de março de 2014

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Motivos para agradecer e ser feliz - a lista de fevereiro

Eu pensei em não fazer uma lista neste mês. Fiquei horas com a Poesia para agradecer Fevereiro, então achei que bastasse. Mas fui cobrada quanto à lista. Então, ei-la:
  • Viagem a Barbacena com a família.
  • Entrega das platinas ao Daniel, agora aluno 2014149 da Escola Preparatória de Cadetes do Ar, turma Bravo, Esquadrão Odin.
  • Presença da família no evento: Marina, Renan, Janaina, tia Mariza, tio Jomar e tia Graça.
  • Montei um álbum de fotografias para minha mãe. Ficou lindo! 
  • Ganhei um álbum da Janaina. Uma maravilhosa surpresa. Lindo! Lindo!
  • Reencontrei a Eleonora Cretton. Salve a internet e as redes sociais.
  • Volta às aulas...
  • Bolsa do PNAIC
  • A presença da Leila em nossa casa.
  • Nova equipe no Departamento Pedagógico da SME - renovação, novos ânimos...
  • Uma reforma que eu muito queria.
E assim, vai para as dobras do tempo o meu fevereiro. Obrigada, Senhor, a bênção de tê-lo vivido.


terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

sábado, 22 de fevereiro de 2014

Minha caixa de costura

                                             
Tenho uma caixa de costura. Foi devidamente arrumada ontem pelo meu filho Renan. Não, não sei costurar. Sou filha de uma exímia costureira, mas sequer consigo fazer uma bainha à máquina. A única vez que me aventurei foi para embainhar as fraldas da minha filha Marina. 

De resto, nunca quis aprender... E me arrependo muito! 
Não queria ser como minha mãe, então costurar era ter algo parecido com ela. Ela, por sua vez, nunca quis me ensinar para que eu não tivesse a mesma profissão... Não tomasse gosto pela coisa. Quanto engano!
De minha parte, porque justamente o que mais admiro em minha mãe é a sua arte de transformar tecidos cartesianos em verdadeiras obras de arte. Ainda não conheci ninguém que tenha um acabamento tão perfeito! O corte é impecável; os detalhes mínimos são observados e valorizados. As listras precisam encontrar nas costuras; o botão encapado precisa compor no meio da estampa...
Da parte dela, porque não perpetuou sua habilidade.

Talvez eu ainda tente aprender. Sei como fazer um vestido inteirinho aqui na minha mente. Anos de observação. Apenas teoria. Admiro muito a capacidade que minha mãe tem de transformar uma peça em outra; seus aproveitamentos. Tudo com muito esmero. Por ora, fico com a leitura, a escrita, os números... Como a arte da escrita me ajuda a trilhar os caminhos da vida!