quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

Motivos para agradecer e ser feliz - a lista de fevereiro

  • Volta às aulas! Mais um ano letivo a cumprir... vivências boas... aprendizado!
  • Nossa Florzinha (ou Florbela, ou Flor do Agreste) foi adotada pela família da Ana Carolina (minha ex-aluna). 
  • Carnaval - todos juntos em casa; tronco da Raquel para manter a tradição.
  • As flores do jardim da nossa casa.
  • Fizemos pasta de alho com sal para a "culinária nossa de cada dia". 
  • Tia Glória nos presenteou com um jogo de toalha de banho com barra pintada. Feito por ela. Lindo!
  • Daniel e Marina juntos em Viçosa para mais um ano letivo na UFV.
  • Marina renovou o período de estágio na prefeitura de Viçosa.
  • Renan no 3º ano do Curso Normal, fazendo estágio (e gostando!) toda semana. 
  • Vida que segue...





sábado, 17 de fevereiro de 2018

Sobre dor e coração

Hoje está sangrando terrivelmente. Nunca uso o blog para registrar coisas ruins. Mas hoje preciso fazer esse post para apaziguar meu coração. Entre 7 e 9 horas de hoje, a Florzinha (2) sumiu da garagem. Apareceu dia 10 de fevereiro e, nesta semana cuidamos da bichinha com todo o amor que temos em nossos corações. Já tinha aprendido a usar a caixinha de areia, estava feliz! Demos vacina, remédio de verme... Para onde foi? Minha alma dói demais.

quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

Motivos para agradecer e ser feliz - a lista de janeiro

Sempre!
  • Férias.
  • 74 anos da mamãe.
  • Rosi de volta ao Solar, quinzenalmente.
  • O gatinho Fred foi adotado e Florbela entrou para o Solar.
  • Itaperuna: aquelas comprinhas básicas de todas as férias.
  • Renovação dos quadros da coleção Pincel, de Vinólia. Ficaram lindos! Escrevi sobre isso aqui no blog.
  • Livros e leituras: Cortela e Madre Tereza.
  • Luminárias novas de led para o hall lateral.
  • Finalmente nossa mesa de 6 lugares de madeira de demolição. LINDA! (30 anos esperando para ter uma mesa grande de 6 lugares... Enfim, ela chegou, do jeitinho que eu sonhei).
  • Viagem à Viçosa: aconchego com a filhota, cinema (Jumanji), faxina e compras. Vida em ordem, como tem que ser.
  • Cirurgia de catarata do papai bem sucedida. Agora, tudo ok com as duas vistas.
  • Um lindo presente da Drª Carmélia: cachepô e caixinha do seu consultório. Há 35 anos frequento aquele consultório e conheço esses mimos. Ficou de "herança" para mim. Amei! Preciso escrever sobre...
  • Esquentando as turbinas para a volta ao trabalho.

sábado, 27 de janeiro de 2018

"Viajar é trocar a roupa da alma!"

"Se algo de bom acontecer,
faça uma viagem para comemorar.
Se algo de ruim acontecer,
faça uma viagem para esquecer.
Se nada acontecer,
faça uma viagem para que algo aconteça."










terça-feira, 23 de janeiro de 2018

fériastambémservemparaisso

O final dos anos 80 e o início dos anos 90 foram marcados pelas lindas propagandas do sabonete Vinólia. Embaladas por Valsa da Primavera ou Quatro Estações, belas mulheres de vestidos esvoaçantes caminhavam por pontes e jardins. Com a particularidade de ligar 'sabonete e arte', vez ou outra a marca lançava uma edição limitada. Foi o que aconteceu em 1995, com a coleção Pincel, que divulgou no mercado os nomes de Pink Weiner, Antonio Peticov e José Roberto Aguillar. Junto com a edição, a fabricante Unilever lançou uma promoção, cujo brinde eram réplicas das obras de arte dos referidos artistas, impressas em papel fine art museum. Não me recordo se eram 30 ou 300 réplicas disponíveis para quem se aventurasse a enviar uma carta com 3 rótulos da edição limitada e uma justificativa do tipo "gosto de Vinólia porque..." Lembro-me que eram poucas réplicas e o prazo bem curto, o que tornava a promoção bem especial. Ao assistir a propaganda, desejei os quadros (aquele desejo que acomete os obstinados por natureza) e corri os quatro cantos da cidade, vasculhando as prateleiras dos mercados atrás das benditas embalagens. Nada! Em uma rápida viagem de fim de semana à cidade de Campos, lá estava eu a procurar os sabonetes... Após várias tentativas infrutíferas, eis que no Shopping Estrada (nem sei se existe ainda) encontro a edição limitada do ano anterior (1994). Não me fiz de rogada, comprei os 3 sabonetes e voltei para casa com o propósito de mandar assim mesmo.
(Parênteses: certa vez tive uma aula com a saudosa professora Maria Inês Lavaquial em que ela nos ensinou a fazer redação cujo tema é um assunto para nós desconhecido. Uma técnica, um truque, uma astúcia talvez - que hoje de nada adiantaria no ENEM. É uma história que merece ser contada em outro post e que, de algum modo, contribuiu na minha aventura. 
Também aprendi outra lição com a querida amiga Lydia Maria: "vá entrando... se disserem que não pode, diga que não sabia, peça desculpas e retire-se; o que não pode é não arriscar-se.")
Ao invés de escrever uma frase dizendo "Gosto de Vinólia porque quero ser como as mulheres do comercial", escrevi uma carta, narrando minha desventura de morar em uma cidade do interior e ter que aguardar um ano para ver nas prateleiras os sabonetes de Edição Limitada. (Claro que omiti que tinha comprado os famigerados em outra cidade, para dar um ar de dramaticidade à coisa). Com os rótulos de 1994 no envelope e carta perfumada, consegui enviar dentro do prazo estabelecido. Logo em seguida os Correiros entraram em uma greve prolongada, o que contribuiu para que eu esquecesse a tal carta. Também já tinham terminado as propagandas da promoção na TV. Mas, "eis que um belo dia", o carteiro bate à porta com um rolinho de papelão, esses tubos que tem tampa de alumínio e... lá estavam minhas réplicas. Pulei, gritei, comemorei e deixei meu pai doido querendo que ele fizesse as molduras - meu pai é um exímio marceneiro. Alguns meses depois, retângulos maciços de cedro rosa emolduravam minha conquista e enfeitavam a sala do pequeno apartamento na Avenida Souza.
Ainda nos anos 90 (mais para o seu final) a técnica de pátina em móveis estava no auge e eu tratei de mandar fazer pátina amarela em uma escrivaninha, em uma mesa centenária que ganhei no velório da Dona Flávia (outra história...) e nas três molduras dos quadros (só não digo que isso foi um crime contra o cedro rosa, porque "tudo vale a pena se a alma não é pequena" e porque agora foi essa pátina que deu o efeito "madeira de demolição" quando resolvi lixar e encerar).
Durante todos esses anos os quadros foram me acompanhando - para enfeitar e para me fazer lembrar que é possível realizar um sonho, uma meta ou um pequeno desejo... Nesta última mudança ficaram relegados a um canto esperando uma decisão. Até que resolvi renová-los e colocá-los de volta na parede, um em cada cama dos rebentos (Marina não gosta desse termo) para que não se esqueçam que um pouquinho de obstinação pode realizar muitas coisas. Também ali estão as mãos operosas do avô, uma memória inesquecível e uma sensível diferença. Férias também servem para isso!
Encontrei o vídeo no youtube (salve a internet!)


















Os quadros com pátina nas molduras e
todos os filhotes no ninho.

quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

A festa de Babete

Enfim, uma mesa para toda a família: 6 lugares. Do jeitinho que planejamos. Na hora certa.
Solar Sayonara faz 2 anos!