Hoje só quero silêncio
Não quero nada mudar
Quero ficar bem tranquila
E saborear esta paz
Tenho um momento de calma
Eu sinto o peso ceder
O emaranhado da vida
Já desfiz, sei por que
Nada que venha de fora
Vai me fazer mais feliz
Como sentir os teus olhos
Tranquilos sobre mim
Sua doce companhia
Não me canso de querer
Me sinto ressuscitada
Perto de você
Sua doce companhia
Não me canso de querer
Me sinto ressuscitada
Perto de você
Fico de longe esperando
A hora em que vou te ver
Em tuas mãos eu me entrego
Me rendi a você
Eu já não tenho resposta
Nem esperava encontrar
Meu coração tão cansado
Não queria sequer tentar
Nada que venha de fora
Vai me fazer mais feliz
Como sentir os teus olhos
Tranquilos sobre mim
Me sinto florescer
Sua doce companhia
Não me canso de querer
Me sinto ressuscitada
Perto de você
Sua doce companhia
Não me canso de querer
Me sinto ressuscitada
Perto de você.
quarta-feira, 11 de abril de 2018
A vida como tem que ser...


Amanheci ainda impactada pela destruição que a Prefeitura fez na minha calçada ontem, quando passou o trator para nivelar o que chamamos de rua - que não tem nenhum tipo de pavimentação. Depois de um exaustivo dia de trabalho, cheguei em casa às 21 horas e, antes de entrar, vejo meu vizinho com uma enxada tentando ajeitar os pedaços de sua calçada para colocar o carro na garagem. Aí vou abrir o meu portão e me dou conta do estrago feito. Toda a rampa de acesso (construída por profissional qualificado, usando material de primeira) foi arrancada. A esquina da calçada avariada, o cano d`água da rua estourado (eles mesmos devem ter dado um jeito de acionar a CEDAE), lama para todo lado... A gente luta tanto para que a vida seja como tem que ser...
Então, saio para mais um dia inteiro de trabalho e quando retorno no fim da tarde, a tragédia foi pior... Atacaram as árvores da calçada. DECEPARAM. Porque não se pode chamar aquilo de poda. Que tristeza! Que desolação! Quero chorar, mas como estou com raiva, não consigo... Olho para as patas de vaca, carregadinhas de botões - e algumas flores se abrindo - e vejo a ação da maldade humana. Dói-me a alma. Ainda na calçada, faço fotos, fico indignada.
Subo as escadas... Sobre a cama uma escritura que ficou pronta hoje. A vida como tem que ser... Um sopro de alegria, leveza. A sensação boa do dever cumprido. Da bênção.
Faço meu protesto, continuo triste... Mas me lembro que durante o dia tive a alegria de ouvir Lucy Alves em versos tão alegres e lindos... Sentimentos dúbios...
terça-feira, 10 de abril de 2018
Beetho faz 9!
domingo, 8 de abril de 2018
Uma poesia de viver!
"Uma união de almas. Uma vida em cumplicidade. Será que é preciso se casar? Não, isso já tá feito já... Vocês que construíram... Vocês que conquistaram... Quanto a mim, só cabe registrar."
* Cena do casamento de Mercedes e Josafá, na novela O Outro Lado do Paraíso, em 02/04/2018.
* Cena do casamento de Mercedes e Josafá, na novela O Outro Lado do Paraíso, em 02/04/2018.
sexta-feira, 6 de abril de 2018
quinta-feira, 5 de abril de 2018
Em estado de oração...
Santa Madre Tereza, tenho andado em estado de oração esses dias... A dor física incomoda, desanima... As dores morais enfraquecem, corroem silenciosamente e, quando damos conta, o corpo foi tomado pela invigilância. Sinto cansaço! Mas como duvidar do poder da oração? Quantas vezes mais precisarei ser atendida para compreender, de vez, que fazemos parte de um mesmo Universo e, por isso mesmo, estamos todos conectados? Nada passa despercebido "aos olhos" da Misericórdia Divina. E, em nome dessa misericórdia, venho agradecer ter voltado para o meu eixo hoje... Há dias com dor... com insegurança... Uma tristeza imaterial. Nenhuma lógica ou razão que justifique esse desassossego. Só a dor... Mas ela é capaz mesmo de provocar tudo isso? Será que a dor física é mesmo meu ponto de fraqueza? Em verdade, os últimos meses foram de testes e esforços para viver bem, mantendo o equilíbrio e a relativa paz. Sempre com a sensação de "arrastar correntes"; essa impressão que acompanha-me em todo o meu viver... (Sou cativa no corpo e tenho a real dimensão disso). Obrigada pela energia sutil que vai nos envolvendo e fazendo-nos retornar ao estado de controle e autonomia. Obrigada pela sensação de segurança. Sempre irei lembrar-me das palavras da saudosa tia Carlota: "são os acréscimos de misericórdia..." Créditos divinos por aquilo que ainda haveremos de ser... Sei que me sondas... E um dia iremos nos encontrar... Por ora, sou uma eterna pedinte. Mas não peço só por mim ou pelos "meus"... Rogo por todos os que sofrem, dores físicas e testes morais. Nesses últimos dias, no entanto, tenho rogado a ti, senhora, cotidianamente, pela tia Mariza e pelos nossos vizinhos; em especial as famílias da rua debaixo. Tu que és a santa das sarjetas, ajuda-os, senhora, a recuperarem a dignidade de viver. Abençoa-os com a luz do trabalho, do estudo para as crianças e jovens, com a esperança de construir e participar do mundo, como pessoas de bem... Afasta as energias ruins, os vícios... Resgate para teu regaço de amor as almas atormentadas que se vinculam às más vibrações. Leve saúde, um hálito de renovação. Um toque do teu amor, sob as bênçãos de Jesus, e tudo se modifica... Sinto verdadeiramente o quanto estamos todos interligados uns aos outros e sei que as energias desta oração hão de chegar a ti e serão reconduzidas a todos os que povoam meu coração vacilante. Ajuda-me a concretizar aquele nosso mantra: "quero ser uma pessoa boa todo dia..." Que assim seja, senhora...
segunda-feira, 2 de abril de 2018
As cores de abril não querem saber de dor...
Assinar:
Postagens (Atom)


















