quinta-feira, 6 de agosto de 2020

Tonton faz 22!

E a pandemia nos reuniu...
E pudemos comemorar juntos!
Os planos seriam conhecer a terra da garoa e visitá-lo no seu niver. Mas, a vida também tem planos para nós e foi bom estarmos todos juntos aqui. Nunca se sabe quando será a última vez... Karina veio e ficou uma semana conosco. Tudo vale a pena se a alma não é pequena, bem disse o poeta favorito.
 



segunda-feira, 3 de agosto de 2020

Para dias difíceis...

Minha prima Eleonora Cretton me marcou no facebook nesse vídeo. E ele trouxe tanta alegria e rendeu boas risadas a tanta gente, que resolvi trazê-lo para minhas dobras do tempo. Peço licença a Moxi&Sass e agradeço por nos proporcionar momentos tão felizes!


domingo, 2 de agosto de 2020

Sempre passa...

De Guimarães Rosa
Reze e trabalhe, fazendo de conta que esta vida é um dia de capina com sol quente, que às vezes custa a passar, mas sempre passa. E você ainda pode ter muito pedaço bom de alegria. Cada um tem a sua hora e a sua vez: você ainda há de ter a sua.


sábado, 1 de agosto de 2020

Bem-vindo, agosto!

Por ANDRÉ J. GOMES
Repare. Em algum lugar, de alguma sorte, alguém está fazendo uma coisa boa por nós. Talvez você nem note. Mas tem alguém compensando nossa truculência, atenuando a dureza do mundo, nivelando a vida por cima. Tem alguém levando à frente a compaixão divina num gesto de bondade simples, à toa. Alguém de coração disposto e mãos ativas. Tem, sim. Em algum lugar por aí, tem alguém pensando em você com ternura.
De repente, vem um sentimento breve de calma. Um silêncio bom entre tanto grito, um remanso imprevisto no corre-corre, estio na tempestade, trégua na guerra. Sensação inesperada e inexplicável de que tudo vai dar certo. Não é nada, não. É só alguém, em algum canto, fazendo algo bonito por nós.
A avó que recorda com grande saudade quando éramos pequenos. Os pais que falam de nós com carinho até aos desconhecidos. Os velhos professores que nos comparam em silêncio a seus alunos de hoje, quase dizendo “ahh… como fulano era bom” ou “no tempo do sicrano era outra coisa”.
O amigo distante que assiste a um filme antigo e nos relembra em dolorida mudez, machucado de lembranças do tempo em que éramos novos e próximos, um sorriso imenso nos olhos de choro. As almas boas que nos bendizem pelas costas. As criaturas justas que nos dão sua palavra e cumprem o que prometem, os cães e os gatos que nos oferecem a barriga em festa. Aquela gente que nos ama sem mais o quê.
Quando alguém nos faz uma coisa bela, o mundo entra nos eixos. Temos todos o direito a receber afagos e o dever de redistribuí-los. De atravessar o mundo partilhando beleza e ofertando decência até chegar enfim aos braços que nos cabem e ao abraço em que cabemos.
A beleza é a matéria-prima de todo ofício honesto. É o que nos resta e o que nos sobra. Às cantoras e aos cantores, às atrizes e aos atores e artistas de todo gênero, alguém no escuro da plateia dispara seu aplauso comovido de fé e alegria sem ser visto, e comprova o quanto é bonito retribuir a quem nos dá seja lá o quê.
Aos operários e aos médicos, guardas noturnos e secretárias, pintores e cozinheiras, juízes e manobristas, marceneiros e esportistas e a toda gente sob o céu há de existir gratidão e conforto antes, durante e depois da lida.
Há de haver beleza em cada “obrigado”, “por favor”, “pois não” e outras gentilezas essenciais esperando quem os diga.
E quem os diz é alguém fazendo algo bonito pela mera volúpia bondosa de nos abrir os braços. Nos pontos de ônibus, no trânsito parado, nas salas de espera ou na solidão do quarto escuro, aguardamos todos quem nos faça uma coisa bela. E assim, na espera, compreendemos enfim nossa responsabilidade de fazer e espalhar beleza, nosso mais poderoso e sublime ofício nessa vida.

sexta-feira, 31 de julho de 2020

Sobre a pandemia do coronavírus no Brasil


Motivos para agradecer e ser feliz - a lista de julho

Enquanto todo mundo espera a cura do mal
E a loucura finge que isso tudo é normal
Eu finjo ter paciência
E o mundo vai girando cada vez mais veloz
A gente espera do mundo e o mundo espera de nós
Um pouco mais de paciência
Será que é o tempo que lhe falta pra perceber
Será que temos esse tempo pra perder
E quem quer saber
A vida é tão rara, tão rara... (Lenine)
  • O mês começou com a cirurgia da mamãe, lá no dia 03... Uma mastectomia simples e, com a bênção de Deus, transcorreu muito bem. Todas as etapas foram vencidas com a possível tranquilidade (cirurgia na Fundação Cristiano Varella com o Dr. Renê Aloísio; curativos com as enfermeiras do posto; retirada do dreno; retirada dos pontos; reconfiguração do marcapasso; revisão da cirurgia). Marina, Daniel e Renan juntinhos comigo aos domingos para limpeza da casa, almoço, lavagem das roupas. Janaina conosco nas estradas... Minha irmã e Nilzete dando o suporte com a alimentação. 
  • A Ação entre Amigos para custear a castração das gatinhas também foi concluída com êxito. Gratidão!
  • Renan fez 20! Teve bolo...
  • Josi fez 13! Teve bolo, claro!
  • Enfim, os tais 500 reais em livros chegaram. Apesar dos pesares, livro é sempre bem-vindo!
  • Cássia (minha prima) concretizou minha ideia de bolsa-organizadora para meu criado-mudo e ficou além das expectativas. A bichinha está muito habilidosa! Faz coisas lindas...
  • As orquídeas florescendo lindamente... E as roseiras também!
  • Mãezinha castrada e de volta ao Sayonara.
  • Mel castrada e de volta à família da Nayra.
  • Quitei débitos!
  • Estabeleci e renovei metas...
  • Blog de roupa nova.
  • Requerimentos de Vantagem Pecuniária concluídos. Há 12 anos eu cuido/luto para que a Lei seja cumprida.