quarta-feira, 30 de abril de 2014

Motivos para agradecer e ser feliz - a lista de abril

"Não é dia de ano novo pra celebrar
Nem dia de namorados para se entregar presentes
Nem o primeiro dia da primavera
De fato, hoje não é mais do que um dia comum
Não há chuva de abril..."
(trecho adaptado e traduzido de I Just Called To Say I Love You)

I Just Called To Say I Love You - Stevie Wonder

Mas é o dia de listar os motivos para agradecer e ser feliz, antes de entregar abril às dobras do tempo.
  • Enquadramentos fechados e entregues à Administração;
  • Relatório da Comissão Multissetorial para Análise e Proposição de Reajuste aos Servidores Públicos Municipais entregue no prazo estabelecido. Trabalho muito bem feito!
  • Minha panelinha Tramontina para o angu;
  • Janaina no CEPRA: novos desafios;
  • Filmes, leituras;
  • 1ª formação do PNAIC 2014 - 07 a 11 de abril em Itaperuna;
  • 1º bimestre letivo encerrado;
  • Renan com boletim todo em azul;
  • 05 aninhos do Beetho;
  • ZPZ´s novos;
  • Feriados: Semana Santa + Tiradentes + São Jorge - oh! Glória;
  • Daniel em casa de 17 a 21 de abril;
  • Diárias liberadas + auxílio cultura;
  • Viagem ao Rio - UERJ - para entrega da medalha de ouro da OBFEP à Marina, minha linda; presença dos tios Jomar, Mariza e Graça;
  • Aula inaugural do PNAIC - palestra com Elder Azevedo. Um afago ao coração;
  • Tosa do Beetho;
  • Enfim, a liberação do Daniel para participar da cerimônia de premiação da OBMEP 2013.
Aula inaugural do PNAIC - 28 de abril

sexta-feira, 25 de abril de 2014

24.04.14: Geração Índigo

Medalhistas da Olimpíada Brasileira de Física - OBFEP 2013
Capela Ecumênica da UERJ - 24/04/14
Marina Cretton Carvalho (minha linda!)
Arylson Figueiredo
Thaís Fernandes
Beatriz Diniz
Douglas Moreira Barros

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Fragmentos

Quando a cabeça pensa demais e a alma sufoca de tanto pensar, 
a poesia é o remédio, na medida exata: 
acalma a alma 
e sacia a sede do pensamento.
Pessoa é o meu favorito. 
Descubro pérolas para deleite e reflexão em meio às poesias. 
Os fragmentos de hoje são do livro Mensagem.

  • " A vida é breve, a alma é vasta: ter é tardar".
  • " O mito é o nada que é tudo."
  • "Cheio de Deus, não temo o que virá, pois, venha o que vier, nunca será maior do que  minha alma."
  • "Sem a loucura que é o homem mais que a besta sadia, cadáver adiado que procria?"
  • "Deus quer, o homem sonha, a obra nasce."
  • "O esforço é grande e o homem é pequeno."
  • " A alma é divina e a obra é imperfeita (...) da obra ousada, é minha a parte feita: o por-fazer é só com Deus."
  • "Valeu a pena? Tudo vale a pena se a alma não é pequena. Quem quer passar além do Bojador tem que passar além da dor."
  • "Deus guarda o corpo e a forma do futuro, mas Sua luz projeta-o, sonho escuro e breve."
  • "Ser descontente é ser homem. Que as forças cegas se domem pela visão que a alma tem!"
  • "Que inquietação do fundo nos soergue? O desejar poder querer."
  • "Ninguém sabe que coisa quer. Ninguém conhece a alma que tem, nem o que é mal nem o que é bem. (...) Tudo é incerto e derradeiro, tudo é disperso, nada é inteiro."
Para Lydia Maria

domingo, 20 de abril de 2014

Mãos e mãos

Questionar é perder tempo... Refletir demais também.
Arrumar bananas numa banca de feira é mais produtivo. As mãos que trabalham não têm tempo para pensar, nada questionam. As mãos da feira apenas se cansam. Ficam calejadas, grossas, insensíveis, mas não se machucam. Ao final do dia, recebem a água e o sabão e repousam sobre algum sofá, para ouvirem o noticiário do dia; sem pensar... As mãos da feira não foram feitas para pensar.
As mãos que escrevem pensam demais! As mãos que escrevem vivem machucadas. As mãos que escrevem têm poucos calos, são finas e sensíveis, mas pensam... Pensar é heresia para uma mão. É perder o tempo -  o tempo da ação. E pensar dói. As mãos que escrevem vivem feridas, sangrando, nunca cicatrizam. Expõem-se demais as mãos que escrevem; e, como sofrem!

sexta-feira, 18 de abril de 2014

Semana Santa - a segunda oração


Senhor, fazei-me instrumento de vossa paz
Onde houver ódio, que eu leve o amor
Onde houver ofensa, que eu leve o perdão
Onde houver discórdia, que eu leve a união
Onde houver dúvida, que eu leve a fé
Onde houver erro, que eu leve a verdade
Onde houver desespero, que eu leve a esperança
Onde houver tristeza, que eu leve a alegria
Onde houver trevas, que eu leve a luz

Ó mestre, fazei que eu procure mais
Consolar, que ser consolado
Compreender, que ser compreendido
Amar, que ser amado
Pois é dando que se recebe
É perdoando que se é perdoado
E é morrendo que se vive para a vida eterna.
(São Francisco de Assis)

segunda-feira, 14 de abril de 2014

14.04.14. O encontro do tempo consigo mesmo

Mariane e sua avó Irene
Pedi autorização à minha ex-aluna para publicar essa foto aqui no blog. 
Qual o motivo? A foto fala por si mesma: uma poesia do tempo.
É o encontro do tempo consigo mesmo...
Ingenuidade e sabedoria
Doçura e simplicidade.
Braços vividos que enlaçam uma promessa.
Olhos cúmplices
Confiança.
A certeza de que tudo o que foi vivido
deu fruto, não foi em vão.
Cada renúncia, cada marca na pele
garantiu um pedacinho mais leve de chão.
E mesmo no sorriso mudo
Suas palavras se gravaram no coração.