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| D.O. 22/08/2019, Página 3 |
quinta-feira, 22 de agosto de 2019
quarta-feira, 21 de agosto de 2019
Lenitivo
A chuva veio... O dia ficou nublado... E a congea firmou a cor mais linda dessa estação.
Lenitivo para esses dias difíceis de queimada na Amazônia, sequestro do ônibus em Niterói, comemoração pela morte do sequestrador...
quinta-feira, 15 de agosto de 2019
sábado, 10 de agosto de 2019
quinta-feira, 8 de agosto de 2019
terça-feira, 6 de agosto de 2019
Tonton faz 21!
Hoje o dia é todo dele! 🌻 21 anos... O recheio do meu sanduíche. 💕E, neste ano, estamos longe... Com a troca de estágio, não teve férias em julho. Sem contar que as aulas do 2° semestre da UFV iniciaram ontem... Aos 21 anos está mesmo na idade de pavimentar sua estrada, lançar sementes... Meu anjo certa vez me disse: "quem sofre no começo, aproveita no final... E eu estou para te dizer que é melhor deixar para aproveitar no fim." (Eu acreditei nele!).
Fui em jardins alheios e colhi essas fotos, que define nosso Dani, Dandam, Daniel: amigo, alegre, bonito, bom, carinhoso, dedicado, estudioso, feliz... Sim, essa foi a definição que a professora de Inglês da EPCAR fez, no dia de sua formatura: Daniel é FELIZ! 🎈
E E
E porque é feliz, sempre faz sorrir quem está ao seu redor!
Deus abençoe e proteja sua felicidade, meu filho... Nós te amamos!
segunda-feira, 5 de agosto de 2019
Bem-vindo, agosto, com todo o amor de Ana Jácomo
Enxuga excessos.
Delata as mínguas.
Transforma as mágoas.
Destrona arrogâncias e idealizações.
Desmancha certezas e tece oportunidades.
Bagunça a autoimagem todinha, piedade zero, culpa nenhuma.
O amor percorre territórios devastados da alma com a calma necessária para reflorestar um a um.
Dissolve neblinas.
Revela o sol.
Destece máscaras.
Reinaugura a humildade.
Faz ventar.
Faz chorar.
Faz sorrir.
Faz tempestade um monte de vezes pra dizer também que o céu é azul um monte de vezes depois.
O amor nos ensina a simplificar perdões porque nos humaniza e nos lembra o quanto precisamos ser igualmente perdoados por tanta coisa, tanta gente, a começar por nós mesmos.
Ele dispensa julgamentos porque abraça virtudes e limitações.
Ele nos aproxima do nosso tamanho e nos recorda quem somos.
O amor nos revista, inteiros, pra retirar relógios, calculadoras, roteiros, estratégias, controles, defesas.
Diz nas sutilezas.
Diz preciosidades que, mesmo às vezes bem baixinho, conseguimos ouvir e reconhecer, por mais cético e assustado que tenha se tornado o nosso coração.
O amor nos molda a cada movimento também para a liberdade de acolher o imprevisível, o inimaginável, o inevitável, o aprazível.
Para querer ser e querer sinceramente que os outros também sejam.
Ele nos torna mais sensíveis à alegria e à dor de toda gente, inclusive, principalmente, às nossas.
Faz com que a gente se sinta parte da família humana.
Conta que aquilo que procuramos, amiúde, num mundaréu de lugares, esteve o tempo todo, primeiro disponível, onde raramente buscamos.
Reinventa-nos para nos tornar mais parecidos com nós mesmos, o máximo possível a cada instante.
Dia após dia da nossa prática.
Com medo e tudo.
Com propósito e também com carinho.
Devagarinho.
Faz sorrir.
Faz tempestade um monte de vezes pra dizer também que o céu é azul um monte de vezes depois.
O amor nos ensina a simplificar perdões porque nos humaniza e nos lembra o quanto precisamos ser igualmente perdoados por tanta coisa, tanta gente, a começar por nós mesmos.
Ele dispensa julgamentos porque abraça virtudes e limitações.
Ele nos aproxima do nosso tamanho e nos recorda quem somos.
O amor nos revista, inteiros, pra retirar relógios, calculadoras, roteiros, estratégias, controles, defesas.
Diz nas sutilezas.
Diz preciosidades que, mesmo às vezes bem baixinho, conseguimos ouvir e reconhecer, por mais cético e assustado que tenha se tornado o nosso coração.
O amor nos molda a cada movimento também para a liberdade de acolher o imprevisível, o inimaginável, o inevitável, o aprazível.
Para querer ser e querer sinceramente que os outros também sejam.
Ele nos torna mais sensíveis à alegria e à dor de toda gente, inclusive, principalmente, às nossas.
Faz com que a gente se sinta parte da família humana.
Conta que aquilo que procuramos, amiúde, num mundaréu de lugares, esteve o tempo todo, primeiro disponível, onde raramente buscamos.
Dia após dia da nossa prática.
Com medo e tudo.
Devagarinho.
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