sábado, 1 de setembro de 2018
sexta-feira, 31 de agosto de 2018
Motivos para agradecer e ser feliz - a lista de agosto
- Nosso pedreiro (e amigo) Zé da Paz foi o enviado de Deus para me apresentar a Trançagem (ou Tanchagem). Uma folhinha milagrosa que curou minha gastrite e outras "ites" que eu estava sentindo.
- Daniel fez 20!!!!
- Retorno das aulas na UFV para Marina e Daniel e ele começou no estágio remunerado no Hotel do Centro de Ensino e Extensão da UFV.
- Novena. Gratidão.
- Marina linda e forte no estágio.
- Completei 28 anos no magistério público estadual.
- Enfim a obra do quartinho/trapiche/tulha/paiol/backroom/edícula foi concluída. Lindo! Muito capricho do Zé e Wallace.
- Andréa Eiras como Secretária Municipal de Educação. Aos poucos as coisas vão sendo retomadas. Tivemos o festival do folclore dia 25 de agosto (um sucesso) e os enquadramentos de abril de 2017 foram pagos neste contracheque.
- O solar ganhou um lindo quadro da minha tia Glória. Muito especial porque foi pintado por ela mesma. Lindo!
- Revisão do marcapasso da mamãe, com Dr. Marcelo Maia. Tudo ok!
- Mamãe transformou uma manta em um lindo roupão para mim e outro para Marina (escrevi aqui no blog). O meu ela fez em julho e o da Marininha em agosto; deixei para colocar tudo junto na lista...
- Manhãs de terça a sexta em casa. Tranquilidade, oração, refazimento, aconchego, comida fresca. Muuuito bom.
- 10 anos de Culto do Evangelho no Lar (nessa nova fase, com as crianças).
- A Congea continua florescendo lindamente... divinamente. Louvado sejas, Senhor!
- A sala de TV com o painel e o aparador (agora sim, completo).
- Nosso Chico (o majestoso gato preto) devidamente castrado.
- O lavabo da área de serviço todo arrumado (salve salve o quartinho que trouxe a ordem das coisas).
- Nossa amiga Claudinha adquiriu a colcha de crochê para pagar a castração da Mel. Quando for entregue farei uma menção especial aqui no blog.
- Vida (muito boa) que segue.

quinta-feira, 30 de agosto de 2018
Há sem dúvida quem ame o infinito,
Há sem dúvida quem deseje o impossível,
Há sem dúvida quem não queira nada -
Três tipos de idealistas, e eu nenhum deles:
Porque eu amo infinitamente o finito,
Porque eu desejo impossivelmente o possível,
Porque quero tudo, ou um pouco mais, se puder ser,
Ou até se não puder ser...
(Pessoa)
Há sem dúvida quem deseje o impossível,
Há sem dúvida quem não queira nada -
Três tipos de idealistas, e eu nenhum deles:
Porque eu amo infinitamente o finito,
Porque eu desejo impossivelmente o possível,
Porque quero tudo, ou um pouco mais, se puder ser,
Ou até se não puder ser...
(Pessoa)
Quando eu acho que vou sossegar... Cá estou com a cabeça fervilhando de planos, desejando listas intermináveis, traçando metas, marcando reuniões, envolvendo-me... novamente.
domingo, 26 de agosto de 2018
10 anos de Culto no Lar!
Há 10 anos recebendo Jesus em nosso lar, na companhia de Marina, Daniel e Renan. Muitos encontros juntos... Alguns domingos com apenas um, outros com dois, poucos sozinha.
Desde a adolescência aprendi a importância de criar um dia e um horário para ler e refletir o Evangelho de Jesus. Orar, agradecer, pedir... No início, escolhi quinta-feira, às 9 horas da manhã (eu estudava à tarde). Mais tarde, já morando com minha irmã, escolhemos domingo, às 18 horas. Recebemos muitos amigos em nosso pequeno apartamento na Avenida Souza; alguns tiveram o primeiro contato com a Doutrina Espírita em nosso Culto.
Com as mudanças da vida, interrompemos o hábito, que, em verdade, foi substituído por canções de ninar (todas espíritas), histórias antes de dormir (ah, que lembrança boa aquelas do Smilinguido, do livro Uma história por dia), orações. Quando eles (os três) já tinham condições de manter a concentração em todas as etapas do Culto, retomamos a atividade e passados 10 anos, pedimos a Jesus que nos ampare na luta diária e nos ajude a prosseguir recebendo-o em nossos corações até o últimos dias. Que nosso lema seja: "Senhor, ajuda-nos a ajudar. Quero ser uma pessoa boa todos os dias". Que assim seja!
sábado, 25 de agosto de 2018
Enfim, obra concluída!
De 23 de julho a 24 de agosto, o quartinho/paiol/tulha/trapiche/backroom/edícula esteve em obra. Muito bom ver um projeto "brotar" do chão, materializando uma ideia, pelas mãos operosas de um bom profissional. Todo dia um pouquinho... Eis alguns registros do poder de construção do tempo:
Aguardando as esquadrias e pintura.
quinta-feira, 23 de agosto de 2018
O tempo da primavera
O tempo da primavera é diferente do nosso tempo...
Primavera em agosto?
Sim... Primavera desde julho.
Primavera em agosto?
Sim... Primavera desde julho.
segunda-feira, 20 de agosto de 2018
"O avesso das coisas".
O título desse post remete-se a Carlos Drumond de Andrade, cujo livro de aforismos tem como apresentação - do próprio autor - a seguinte reflexão: "assim como os antigos moralistas escreviam máximas, deu-me vontade de escrever o que se poderia chamar de mínimas, ou seja, alguma coisa que, ajustada às limitações do meu engenho, traduzisse um tipo de experiência vivida, que não chega a alcançar a sabedoria mas que, de qualquer modo, é resultado de viver.
...................................................................................
A narrativa seguinte, costurada por frases, é resultado do viver, ajustada às limitações de meu engenho literário. Traduz uma experiência vivida e é uma mínima leitura deleite. Como trata de uma manta que virou roupão, justifica o título.
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Férias de julho...
Lojas Leader
Manta infanto-juvenil com estampa de dinossauros...
Hum...tem também com estampa do céu carregadinho de estrelas, planetas, foguetes...
Qual escolher?
Tão lindinhas...
Mas os dinossauros tem um sentido especial.
"Alessandra, o que você vai fazer com uma manta infanto-juvenil? Mal cobre o pé..."
Um roupão, claro!
......................................................................................
Na quinta é aniversário do filho. Todos vão para o sítio...
Mãe, olha o que eu trouxe? Faz um roupão para mim? Pode ser na medida do seu...
......................................................................................
Domingo.
Domingo é dia de almoço no sítio com a família.
O roupão já está pronto!
Mãe, você não é fácil... Quando gosta da ideia faz rapidinho...
E Marina (recém-chegada de viagem e sem saber de nada disso) fica doida no roupão.
"Ah, quero também". "Faz um para mim, vó". "Eu amei". "Amei demais."
E ela, que nunca pede, nunca insiste... resolve cair na insistência... E comove, e mobiliza todo mundo.
.......................................................................................
Segunda-feira.
De novo na Leader.
"Não tem mais... Vai chegar um caminhão de mercadorias na quarta... Talvez venha."
.......................................................................................
Quarta-feira. "Não veio..."
Snif!
Uma procura em outras lojas, talvez algo parecido...
Nada!
.......................................................................................
Mas, como dizia minha avó, quem tem amigo não morre pagão.
De volta na Leader.
O gerente?
Leonardo, irmão de uma amiga, conterrâneo de solo paduano.
Meu amigo, não teria na Leader de Itaperuna?
"Posso verificar agora. (tic-tac, tic-tac) Tem sim, recebi a confirmação pelo WhatsApp. Compre um cartão-presente no valor, que trago amanhã para você. Moro em Itaperuna."
.........................................................................................
Que bichinha de sorte essa Marina.
O que não fazem as mães?
Movem mundos e fundos...
No dia seguinte... Eis a manta azul com a abóbada celeste.
.........................................................................................
O que não fazem as avós?
Realizam os desejos (ao pé da letra) dos netos; neste caso, da neta.
Mãe, podia ter ficado maior...
"Ela pediu assim, disse que queria curto".
Não adianta torcer nariz.
Daniel, com seu senso de humor, finaliza a história:
"Marina, mamãe mandou você dobrar seu guardanapo."
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Isso é memorial! Já entrou nas Dobras do Tempo.
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A narrativa seguinte, costurada por frases, é resultado do viver, ajustada às limitações de meu engenho literário. Traduz uma experiência vivida e é uma mínima leitura deleite. Como trata de uma manta que virou roupão, justifica o título.
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Férias de julho...
Lojas Leader
Manta infanto-juvenil com estampa de dinossauros...
Hum...tem também com estampa do céu carregadinho de estrelas, planetas, foguetes...
Qual escolher?
Tão lindinhas...
Mas os dinossauros tem um sentido especial.
"Alessandra, o que você vai fazer com uma manta infanto-juvenil? Mal cobre o pé..."
Um roupão, claro!
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Na quinta é aniversário do filho. Todos vão para o sítio...
Mãe, olha o que eu trouxe? Faz um roupão para mim? Pode ser na medida do seu...
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Domingo.
Domingo é dia de almoço no sítio com a família.
O roupão já está pronto!
Mãe, você não é fácil... Quando gosta da ideia faz rapidinho...
E Marina (recém-chegada de viagem e sem saber de nada disso) fica doida no roupão.
"Ah, quero também". "Faz um para mim, vó". "Eu amei". "Amei demais."
E ela, que nunca pede, nunca insiste... resolve cair na insistência... E comove, e mobiliza todo mundo.
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Segunda-feira.
De novo na Leader.
"Não tem mais... Vai chegar um caminhão de mercadorias na quarta... Talvez venha."
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Quarta-feira. "Não veio..."
Snif!
Uma procura em outras lojas, talvez algo parecido...
Nada!
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Mas, como dizia minha avó, quem tem amigo não morre pagão.
De volta na Leader.
O gerente?
Leonardo, irmão de uma amiga, conterrâneo de solo paduano.
Meu amigo, não teria na Leader de Itaperuna?
"Posso verificar agora. (tic-tac, tic-tac) Tem sim, recebi a confirmação pelo WhatsApp. Compre um cartão-presente no valor, que trago amanhã para você. Moro em Itaperuna."
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Que bichinha de sorte essa Marina.
O que não fazem as mães?
Movem mundos e fundos...
No dia seguinte... Eis a manta azul com a abóbada celeste.
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O que não fazem as avós?
Realizam os desejos (ao pé da letra) dos netos; neste caso, da neta.
Mãe, podia ter ficado maior...
"Ela pediu assim, disse que queria curto".
Não adianta torcer nariz.
Daniel, com seu senso de humor, finaliza a história:
"Marina, mamãe mandou você dobrar seu guardanapo."
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Isso é memorial! Já entrou nas Dobras do Tempo.

Quase um mês depois, as fotos...
O registro no blog.
E a pergunta da avó: "Marina já foi na padaria de manhã com o roupão?"
Ãh?...
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